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  • Economia Circular, Coleta Seletiva e Logística Reversa: o Brasil está financiando projetos ou construindo infraestrutura?

    Economia Circular, Coleta Seletiva e Logística Reversa: o Brasil está financiando projetos ou construindo infraestrutura?

    Existe uma pergunta que ainda passa despercebida nas discussões sobre reciclagem no Brasil: Estamos financiando soluções permanentes ou apenas bons projetos com prazo para acabar?

    Nos últimos anos, empresas, governos e institutos têm destinado milhões de reais para fortalecer a reciclagem, a coleta seletiva, a inclusão de cooperativas e a economia circular. A chegada da Lei de Incentivo à Reciclagem representa um novo marco, ampliando a capacidade de investimento em iniciativas socioambientais.

    No entanto. grande parte dos investimentos ainda está sendo direcionada para iniciativas independentes, desenvolvidas para atender necessidades pontuais, em territórios específicos e durante um período determinado. São projetos importantes, muitos deles transformadores para as comunidades onde são implementados e, ainda sim, existe uma limitação que dificilmente pode ser ignorada: quando o financiamento termina, a estrutura criada frequentemente deixa de evoluir ou perde capacidade de expansão.

    O resultado é um ciclo conhecido: novos recursos financiam novos projetos, que produzem novos resultados locais, mas sem criar uma base capaz de sustentar uma transformação em escala nacional. A consequência é um sistema que evolui lentamente, mesmo diante do aumento dos investimentos.

    Quando essa infraestrutura existe, cumprir a logística reversa fortalece automaticamente a coleta seletiva. O aumento da coleta seletiva abastece a economia circular. A economia circular gera novos negócios, reduz emissões, amplia a vida útil dos aterros, cria empregos e produz dados auditáveis para empresas e governos.

    Separá-las pode facilitar a organização administrativa dos programas, mas não melhora o funcionamento do sistema, pelo contrário, fragmenta investimentos, multiplica estruturas semelhantes e reduz a eficiência dos recursos disponíveis.

    O futuro da reciclagem será construído
    por sistemas, não por iniciativas isoladas.

    É nessa fragmentação que o Catalog atua. Temos o propósito de estruturar uma infraestrutura replicável, capaz de integrar educação ambiental, coleta seletiva, logística reversa, rastreabilidade, indicadores ESG, fortalecimento de cooperativas e geração de dados para empresas e poder público em um único modelo operacional.

    Sobre a proposta do CATALOG

    Para compreender em profundidade a arquitetura da solução CATALOG, os testes realizados, a validação do modelo e sua capacidade de replicação nacional, consulte os seguintes documentos técnicos:

    Essa abordagem não substitui iniciativas existentes, ao contrário, permite que elas passem a operar dentro de uma estrutura comum, potencializando seus resultados e aumentando sua capacidade de permanência após o encerramento do financiamento.

    A Lei de Incentivo à Reciclagem pode representar muito mais do que uma nova fonte de recursos para o setor, mas marcar a transição entre dois modelos de investimento: O primeiro financia iniciativas limitadas ao tempo e ao território onde são executadas; o segundo financia ativos permanentes, capazes de gerar impacto contínuo, multiplicar resultados e acelerar a consolidação da economia circular no Brasil.

    A diferença entre esses modelos não está no volume de recursos investidos e sim na decisão estratégica sobre o que se pretende construir. Porque, no fim, economia circular, coleta seletiva e logística reversa nunca foram três desafios distintos, mas o resultado da infraestrutura em comum.

    Justamente essa infraestrutura que o Brasil precise começar a financiar.

    Alexandre Meza
    Fundador e CEO da CATALOG



  • Logística reversa não fecha porque o Brasil insiste em repetir o modelo errado

    Logística reversa não fecha porque o Brasil insiste em repetir o modelo errado

    A logística reversa brasileira não fracassa por falta de lei, mas sim por falta de coragem econômica. O setor ainda opera preso ao medo da inovação, ao improviso operacional e a padrões que nunca escalaram.
    Reciclagem não pode depender apenas da venda do material, essa conta, sozinha, raramente fecha. Carbono, serviço ambiental, crédito verde, rastreabilidade e educação precisam entrar na composição da receita.


    Há uma verdade desconfortável que precisa chegar à mesa do CEO: a logística reversa, como vem sendo praticada no Brasil, não fecha. E não fecha porque foi montada sobre premissas pequenas, defensivas e antigas. O setor tenta resolver um problema estrutural com ferramentas de sobrevivência: campanhas pontuais, coleta sem rastreabilidade, baixa remuneração na base, pouca integração com indústria, município e consumidor, e uma dependência quase ingênua da venda do reciclável como única fonte de receita.

    O Brasil se acostumou a tratar a reciclagem como custo, caridade ou obrigação legal, raramente como negócio e menos ainda como infraestrutura econômica. Quando uma pauta nasce carimbada como custo, ela já entra perdendo no orçamento de quem decide. O resultado é previsível: pilotos que não escalam, cooperativas pressionadas, municípios sobrecarregados, empresas fazendo o mínimo necessário e uma cadeia inteira tentando parecer circular enquanto continua linear no caixa.

    Medo de inovar, de mudar o arranjo econômico, de sair da conversa confortável sobre “conscientização” e entrar na conversa difícil sobre remuneração, dados, rastreabilidade, carbono, crédito verde, serviço ambiental e produtividade. A logística reversa brasileira precisa parar de pedir licença ao passado que já mostrou o que entrega: baixa reciclagem, alto custo, informalidade, passivo ambiental e desperdício de valor.

    A pergunta correta para a alta liderança não é: “quanto custa reciclar?”. A pergunta correta é: “quanto valor estamos deixando enterrado, queimado, contaminado ou perdido por não medir, rastrear e monetizar corretamente esse fluxo?”.

    A venda do material reciclável é apenas uma parte da equação. Em muitos casos, é a parte mais frágil. O erro histórico foi tentar sustentar toda a cadeia com ela. Não fecha de forma consistente. A nova lógica precisa incorporar receitas que o setor quase nunca explorou com seriedade: crédito de carbono, crédito verde, serviço ambiental, remuneração por rastreabilidade, indicadores ESG verificáveis, dados operacionais, educação ambiental estruturada, redução de passivo, ganho reputacional e integração com políticas públicas.

    Dessa forma a logística reversa deixa de ser despesa periférica e passa a ser ativo economico.

    O que se propomos agora é outra coisa: um piloto bem planejado, com território definido, metas operacionais, rastreabilidade do resíduo, engajamento do consumidor, remuneração digna ao coletor, integração com pontos de tratamento e medição clara dos resultados ambientais, sociais e econômicos. E muita, muita tecnologia: não só TI, mas tecnologia social, ambiental e econômica. Tudo precisa ser experimentado.

    Esse piloto pode ser estruturado utilizando 1% do IRPJ por meio de incentivo fiscal. Ou seja, a empresa não precisa tratar isso como uma despesa adicional tradicional. Pode transformar imposto devido em investimento estratégico de inovação socioambiental.

    Na prática, troca-se passividade fiscal por protagonismo econômico. Dinheiro que iria embora vira piloto, dado, impacto, reputação, mercado e aprendizado.

    Uma operação moderna de logística reversa precisa entregar três resultados ao mesmo tempo:

    • Educação ambiental real, porque sem mudança de comportamento na origem o sistema nasce contaminado.
    • Geração de emprego e renda para o coletor e destino final, porque não existe circularidade decente sustentada sobre precariedade.
    • Criação de novos mercados para a reciclagem, porque material sem demanda, sem padrão e sem rastreabilidade continua sendo resíduo, não ativo.

    A liderança empresarial brasileira precisa abandonar a ideia de que inovação ambiental é risco. Risco maior é continuar financiando modelos que já provaram sua limitação. Risco maior é cumprir tabela enquanto reguladores, consumidores, investidores e mercados avançam. Risco maior é olhar para carbono, crédito verde e serviço ambiental como temas distantes, quando eles já deveriam estar na arquitetura de receita.

    A nova logística reversa precisa ser desenhada como uma economia inversa: o resíduo sai da condição de problema e entra na condição de produto rastreável, mensurável e monetizável. O coletor deixa de ser invisível e passa a ser agente econômico. A empresa deixa de comprar compensação abstrata e passa a gerar evidência operacional. O município deixa de carregar sozinho a conta do descarte. E a reciclagem deixa de depender apenas do preço instável do material.

    O CEO que entender isso primeiro não estará apenas cumprindo a legislação, estará posicionando sua empresa na dianteira de uma nova infraestrutura econômica: circular, rastreável, inclusiva e financiável. A empresa que esperar a obrigação virar multa vai pagar caro para correr atrás quando se pode agir agora transformar conformidade em vantagem competitiva.

    Convidamos CEOs, presidentes, conselheiros, diretores de sustentabilidade, inovação, jurídico, fiscal e relações institucionais a conhecerem o CATALOG e avaliarem conosco a construção de um piloto. Não estamos falando de mais uma ação ambiental isolada ou compra de comprovação. Estamos falando de romper um vício histórico, um mal estrutural que o Brasil empurrou por décadas sem coragem de mudar.

  • Resíduo, renda e clima: a nova fronteira da governança ambiental no Brasil

    Resíduo, renda e clima: a nova fronteira da governança ambiental no Brasil

    A agenda ambiental brasileira entrou em uma fase mais objetiva. O tempo da declaração genérica de compromisso está ficando para trás. A nova fronteira é outra: comprovar, medir, remunerar e prestar contas.

    O Decreto nº 13.018/2026, que regulamenta a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, reforça exatamente essa direção. A norma coloca a articulação entre Governo Federal, Estados, Distrito Federal, Municípios, sociedade civil e setor privado no centro da execução. Isso significa que políticas ambientais efetivas não serão construídas por um ator isolado. Elas dependerão de arranjos locais com governança, dados, transparência e capacidade operacional.


    E é aí onde nós agimos! O CATALOG nasce como uma infraestrutura de articulação entre empresas, municípios, escolas, catadores, operadores locais, destinos de processamento e população. A empresa privada pode cumprir obrigações, direcionar recursos e fortalecer sua agenda ESG com evidências. O município pode organizar sua coleta seletiva com dados e rastreabilidade. As escolas podem funcionar como polos de educação ambiental e mobilização comunitária. Os catadores e operadores deixam de ser tratados como parte invisível da cadeia e passam a atuar como agentes reconhecidos, capacitados e remunerados. Os destinos locais processam o material dentro de uma lógica territorial. A população participa com mudança de comportamento, não apenas com discurso.

    Essa arquitetura conversa diretamente com o Decreto nº 13.018/2026 porque a norma exige mais do que boa intenção. Ela exige garantias socioambientais, transparência na gestão de recursos, razoabilidade de custos e condições adequadas de segurança, higiene e salubridade para os trabalhadores envolvidos.

    Aqui está uma diferença importante: o CATALOG não trata o coletor como “mão invisível do resíduo”. Ele estrutura protocolo, remuneração, rastreabilidade, equipamentos e condições mínimas de operação. Isso não é perfumaria ESG. É aderência regulatória, operacional e social.

    A Lei nº 14.119/2021 também ajuda a organizar esse raciocínio. Ela define serviços ambientais como atividades individuais ou coletivas que favorecem a manutenção, recuperação ou melhoria dos serviços ecossistêmicos. Também define pagamento por serviços ambientais como uma transação voluntária entre pagador e provedor.

    Na prática, a lei abre espaço para que atividades antes vistas apenas como custo urbano passem a ser tratadas como serviço ambiental verificável.

    Coleta seletiva, logística reversa, educação ambiental, melhoria da gestão de resíduos e fortalecimento de cadeias locais deixam de ser ações dispersas e isoladas e passar a formar uma base mensurável de impacto. O CATALOG atua exatamente nessa conversão:

    Transforma operação territorial em dado auditável.

    Para o tomador de decisão público, isso significa capacidade de demonstrar desempenho. Massa coletada, origem, destino, operador, data, tipo de material, participação comunitária, indicadores educacionais, melhoria das condições de trabalho e evidências documentais deixam de estar espalhados em planilhas frágeis ou relatórios genéricos. Passam a compor uma cadeia de comprovação.

    Para o setor privado, o ganho é igualmente direto. Empresas precisam cada vez mais sair do marketing ambiental e entrar na lógica de evidência. O CATALOG oferece uma forma concreta de apoiar reciclagem, educação ambiental, inclusão produtiva e rastreabilidade, conectando investimento privado a resultados verificáveis.

    A Lei de Incentivo à Reciclagem, Lei nº 14.260/2021, é o instrumento inicial mais adequado para essa jornada. Ela permite que pessoas físicas e pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real destinem parte do imposto de renda devido para projetos previamente aprovados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Para empresas do lucro real, a destinação pode chegar a 1% do imposto devido, dentro das regras aplicáveis.

    O programa “Educando para a Reciclagem: escolas + verdes” é um veículo estratégico para essa aplicação. A escola funciona como ponto de educação, mobilização e mudança cultural. O município ganha capilaridade. Os catadores são integrados com mais dignidade. As empresas conseguem fomentar o projeto por meio da Lei de Incentivo à Reciclagem. O projeto aprovado pode ser consultado no Transferegov, proposta nº 812.

    Há também uma oportunidade climática, mas ela precisa ser tratada com seriedade. O CATALOG pode criar a base de dados e a cadeia de evidências para futuros projetos climáticos, mas o crédito climático não nasce automaticamente. Para isso, são necessários método, linha de base, adicionalidade, monitoramento, verificação independente e registro em padrão aceito. A força do CATALOG está justamente em preparar o que normalmente falta: dado confiável.

    O mesmo cuidado vale para repasses, fundos e financiamentos públicos. O CATALOG não garante repasse por si só. Nenhuma plataforma séria deveria prometer isso. O que ele entrega é a capacidade de organizar indicadores, relatórios, rastreabilidade e resultados. Isso aumenta a competência do município para demonstrar desempenho ambiental, social e operacional em editais, convênios, programas estaduais, federais, fundos climáticos e instrumentos de financiamento.

    Equipe:

    A parceria com a UFABC e a atuação de campo pela ONG Oito Elementos dão lastro técnico e institucional ao início da implantação. Com gestores, bolsistas, plano de trabalho, metas, indicadores, periodicidade, valores e perfis estruturados, a assinatura contratual permite iniciar encontros técnicos, formação de equipe e implantação progressiva. Precisamos da sinalização do parcelo investidor, via lei de incentivo.

    A decisão pública e privada é simples, embora nem sempre confortável: continuar tratando resíduo como problema de limpeza urbana ou assumir que ele é uma cadeia econômica, social, climática e ambiental que precisa de governança. O CATALOG entrega essa governança com transparência, rastreabilidade e informação auditável.

    Convidamos municípios, empresas tributadas pelo lucro real, instituições de ensino, cooperativas, associações, operadores ambientais e lideranças locais a participarem dessa construção. O resíduo já existe. O custo também. A pergunta é se ele continuará invisível ou se será convertido em valor ambiental, social e econômico mensurável.

    Por Alexandre Meza, CEO do CATALOG

  • Lei de Incentivo à Reciclagem: Um Movimento Coletivo para Transformar a Logística Reversa de embalagens

    Lei de Incentivo à Reciclagem: Um Movimento Coletivo para Transformar a Logística Reversa de embalagens

    Estamos convidando empresas de diferentes segmentos a integrarem um pool estratégico para implantação piloto do CATALOG através da Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR), o projeto Escola + Verde: Educando para Reciclagem.

    A proposta une sustentabilidade, inovação, rastreabilidade e eficiência operacional em um modelo colaborativo capaz de fortalecer toda a cadeia da reciclagem e logística reversa. Validado o piloto, toda a cadeia de resíduos sólidos será beneficiada, em qualquer lugar do Brasil.

    Projeto aprovado: https://parcerias.transferegov.sistema.gov.br/ep-atos-prep-web/atos-prep/proposta/detalhamento/812

    O convite é para as empresas comprometidas com inovação, sustentabilidade e eficiência operacional para superar os desafios da logística reversa de embalagens pós consumo.

    Unir competências, compartilhar aprendizado e validar, na prática, um modelo escalável.

    O CATALOG nasce como uma solução integradora. Seu diferencial está na capacidade de conectar empresas, operadores, cooperativas, municípios em uma estrutura mais transparente, mensurável e eficiente.

    Isso significa mais rastreabilidade, melhor gestão de indicadores ESG, fortalecimento da economia circular e ampliação da credibilidade dos projetos perante investidores, parceiros e sociedade.

    O CATALOG representa uma oportunidade concreta de transformar incentivos em eficiência, dados em credibilidade e colaboração em impacto sustentável. O momento é agora.

    Quem participa da construção do piloto não apenas acompanha a mudança — ajuda a definir o novo padrão do setor.

  • Inteligência e rastreabilidade para a nova era da logística reversa

    Inteligência e rastreabilidade para a nova era da logística reversa

    O CATALOG transforma a logística reversa de embalagens em um processo auditável, rastreável e gerenciável em tempo real. Em um cenário regulatório cada vez mais rígido, empresas precisam demonstrar aos órgãos ambientais não apenas o volume de resíduos recuperados, mas também a origem, a destinação e os impactos sociais e ambientais gerados em toda a cadeia.

    Com o CATALOG, a empresa acompanha indicadores estratégicos por município, incluindo percentual de recuperação de embalagens, massa reciclada, rastreabilidade completa da operação, emissão de nota fiscal e integração com sistemas governamentais. A plataforma conecta indústria, cooperativas, operadores e destinadores em um único ambiente digital, reduzindo risco regulatório e aumentando a transparência das informações.

    Tudo isso sendo recebido em seu computador, onde estiver.

    “Já estão disponíveis as versões beta para o gerador, coletor e destino final, permitindo o início imediato dos testes operacionais antes da implementação do projeto piloto.”

    A solução permite identificar em tempo real o número de cooperativas participantes, quantidade de catadores envolvidos, volume processado por região e desempenho individual de cada operação. Isso cria uma base sólida para comprovação junto aos órgãos ambientais federais e estaduais, atendendo exigências da PNRS, SINIR, MTR e programas estaduais de logística reversa.

    Além da conformidade ambiental, o CATALOG fortalece toda a agenda ESG da empresa. No pilar ambiental, garante controle sobre reciclagem, destinação adequada e redução de impactos. No social, evidencia geração de renda, inclusão produtiva e valorização de cooperativas e catadores. Na governança, entrega rastreabilidade, auditoria, dados em tempo real e segurança documental para tomada de decisão.

    O CATALOG converte resíduos em inteligência operacional e engajamento social.

  • Lei de Incentivo à Reciclagem: Estruturação da Logística Reversa além do patrocínio

    Lei de Incentivo à Reciclagem: Estruturação da Logística Reversa além do patrocínio

    A Lei de Incentivo à Reciclagem não deveria ser interpretada como um mecanismo de patrocínio. Ela existe para permitir que novas soluções operacionais, tecnológicas e financeiras sejam implementadas na logística reversa brasileira.

    O país precisa de modelos capazes de organizar a cadeia, integrar comunidade, tecnologia, rastreabilidade, educação ambiental, coleta seletiva e comprovação de resultados. O CATALOG nasce exatamente nesse ponto:

    Não buscamos “patrocinadores”, buscamos parceiros dispostos a construir, validar e operar uma nova infraestrutura para a logística reversa de embalagens pós-consumo no Brasil, transformar um problema nacional em uma agenda conjunta de inovação, rastreabilidade e impacto mensurável.

    Sem operação estruturada, dados confiáveis e participação coletiva, a logística reversa continuará limitada quanto a implementação nacional e metas de comprovação.

    Acreditamos que a transformação desse cenário depende da união entre setor privado, poder público, comunidade e tecnologia, por isso, gostaríamos de abrir uma conversa para apresentar o CATALOG e discutir possibilidades de cooperação dentro da Lei de Incentivo à Reciclagem. 

  • Sem Crédito, Comunidade e Estrutura, a Logística Reversa Continua Sendo Apenas Discurso

    Sem Crédito, Comunidade e Estrutura, a Logística Reversa Continua Sendo Apenas Discurso

    A logística reversa de embalagens pós-consumo no Brasil vive um paradoxo desconfortável: todos defendem o tema, poucos estruturam a operação necessária para fazê-lo funcionar de verdade.

    Empresas divulgam metas ambientais. Municípios anunciam programas de coleta seletiva. Campanhas aparecem em datas comemorativas. Mas, no território real — onde o resíduo nasce, circula e desaparece — ainda falta o principal: um modelo operacional que reconheça, remunere e organize toda a cadeia.

    A verdade é simples: Se a intenção for séria, contínua e escalável, não existe logística reversa eficiente sem crédito para todos os envolvidos. E crédito não significa apenas dinheiro significa reconhecimento, valorização, pertencimento e transformar participação ambiental em ativo econômico e social.

    Depende do morador que separa corretamente a embalagem dentro de sua residência, do coletor que realiza a retirada, da cooperativa ou operador que recebe o material, dos municípios que organiza o sistema e das empresas que financia, rastreia e comprova o resultado.

    Quando um desses elos não recebe retorno, o sistema enfraquece e quando vários não recebem nada, o sistema colapsa.

    Por isso, insistir apenas em campanhas educativas isoladas ou em metas corporativas genéricas é repetir uma fórmula que há anos entrega índices tímidos de reciclagem no país. A logística reversa precisa deixar de ser tratada como um relatório bonito e passar a ser tratada como infraestrutura operacional da sociedade.

    É exatamente neste ponto que o CATALOG propõe uma ruptura prática:

    O resíduo nasce dentro da casa, nas mãos da pessoa, portanto, a solução também precisa começar nela. Não basta esperar que a população participe espontaneamente, é necessário criar presença física, vínculo local e estímulo contínuo.

    Um ponto de apoio comunitário deixa de ser apenas um local de recebimento de embalagens, ele se transforma em núcleo de educação ambiental, orientação, dados, relacionamento e engajamento territorial.

    A comunidade passa a compreender:

    • Como separar;
    • Onde entregar;
    • O que acontece com o material;
    • Qual impacto ambiental foi gerado;
    • Quanto carbono foi evitado;
    • Qual benefício coletivo foi produzido.

    Além do espaço físico e da educação ambiental, existe outro elemento indispensável: tecnologia.

    O CATALOG conecta geradores, coletores, pontos de recebimento, cooperativas, empresas e municípios em uma estrutura única de informação e decisão. Cada embalagem corretamente destinada deixa de ser apenas “lixo separado” e passa a ser dado auditável.

    Mais do que isso: permite remunerar corretamente quem sustenta a operação na ponta.

    Durante décadas, o Brasil tentou construir sistemas ambientais ignorando o fator humano. O resultado foi previsível: baixa adesão, informalidade, perda de valor material e programas frágeis.

    Não existe universalização da coleta seletiva sem envolvimento comunitário contínuo. Não existe logística reversa eficiente sem inteligência territorial. Não existe escala sem tecnologia. Não existe permanência sem crédito distribuído para toda a cadeia.

    O futuro da logística reversa não será decidido apenas em escritórios corporativos ou mesas técnicas. Ele será decidido dentro dos bairros, nas escolas, nos pequenos pontos de apoio, nas mãos das pessoas que diariamente escolhem separar — ou não — uma embalagem.

    O CATALOG nasce exatamente para transformar essa escolha individual em uma engrenagem coletiva, mensurável, valorizada e economicamente sustentável.

    Sustentabilidade sem operação é marketing e operação sem comunidade é apenas mais um projeto destinado a desaparecer na próxima troca de gestão.

  • Vamos superar as soluções intermediárias na logística reversa

    Vamos superar as soluções intermediárias na logística reversa

    No Brasil, aprendemos a conviver com ajustes contínuos. Reformas que evoluem em etapas, mudanças graduais no sistema tributário, revisões sucessivas em marcos regulatórios. Avançamos, porém raramente concluímos de forma estrutural.

    Na gestão de resíduos e na logística reversa, esse comportamento também se repete. E aqui está o ponto sensível e tendem a gerar mais esforço do que resultado.

    O limite das soluções intermediárias

    Modelos fragmentados — múltiplos fornecedores, controles desconectados, comprovações pouco integradas — cumprem etapas, mas não constroem visão completa. Com o tempo, surgem efeitos conhecidos:

    • Dificuldade de consolidar dados confiáveis
    • Baixa rastreabilidade da cadeia
    • Esforço recorrente para atender exigências regulatórias
    • Custos diluídos que se acumulam ao longo da operação
    • Solução localizada e pouco eficiente
    • Cadeia dispersa

    Um novo caminho: atuação consorciada

    A solução exige estrutura e cooperação. Em vez de múltiplas iniciativas isoladas, forma-se um sistema coordenado, onde cada participante ganha eficiência e previsibilidade.

    Outro ponto relevante é a não há necessidade de CAPEX direto da empresa. Neste caso, utilizando-se de Investimento através de impostos incentivados, a LIR,  estruturação compartilhada entre empresas e modelo que transforma obrigação em ativo de governança e ESG

    Resultados não vêm da tentativa — vêm da decisão bem estruturada

    O CATALOG está organizando novos consórcios com empresas que decidiram evoluir o modelo, porque não é uma operação local — é uma arquitetura global, concebida para ser replicável e escalável

    • Ataca uma dor nacional com lógica estruturada, permitindo expansão com eficiência.
    • Ganha escala com facilidade ao integrar múltiplos geradores em um único sistema.
    • Utiliza a estrutura local existente, potencializando ativos já disponíveis.
    • Promove educação em larga escala como base para sustentabilidade contínua.
    • Fortalece as cadeias locais de resíduos, gerando impacto econômico e operacional.
    • Padroniza a coleta e a gestão de informações, reduzindo variabilidade e aumentando controle, com transparência e governança.
    • Garante rastreabilidade completa — um ciclo auditável do início ao destino final.


    A mudança começa agora e começa com o Catalog!


    Clique aqui para entrar em contato

  • Incentivo Fiscal Aplicado a Logística Reversa de Resíduos de Embalagens

    Incentivo Fiscal Aplicado a Logística Reversa de Resíduos de Embalagens

    O CATALOG pode se tornar o canal do destino do imposto incentivado, empresa no lucro real, através da LIR –  Lei de Incentivo à Reciclagem.

    Direcionamos para um projeto estruturante que resolve o problema real da sua operação: resíduos, logística reversa, rastreabilidade e ESG.

    Com isso, sua empresa:

    • Sem exposição financeira adicional.
    • Reduz carga tributária com segurança jurídica.
    • Mitiga riscos e passivos ambientais.
    • Atende exigências legais e regulatórias.

    O projeto está dividido em 3 camadas:

    CAMADA 1 — PROJETO ÂNCORA

    CAMADA 2 — PROJETOS SATÉLITES

    • Cooperativas.
    • Coletores/catadores.
    • Municípios.
    • Escolas.

    CAMADA 3 — PLATAFORMA (CATALOG)

    • Rastreabilidade.
    • ESG.
    • Inteligência de dados.

    .“Com tecnologia integramos a cadeia de resíduos fortalecendo os atores: geradores, coletores e cooperativas (destino final).Temos escalabilidade e é repetível, é um SaaS via internet. Utiliza blockchain, big data, georeferenciamento, cloud e outros.”

     Os resultados esperado são:

    CAMADA 1 — PROJETO ÂNCORA

    • Educação ambiental estruturada.

    CAMADA 2 — PROJETOS SATÉLITES

    • Coleta seletiva eficiente.
    • Logística reversa operacional.
    • Economia circular ativa.

    CAMADA 3 — PLATAFORMA (EMPRESA)

    • Atendimento legal comprovado.
    • Rastreabilidade ponta a ponta.
    • Indicadores de logística reversa, economia circular e ESG.
    • Certificações como MTR, CDF, CLR, GEE, Serviços Ambientais, IQR, ISLU.
    • Integração com sistemas públicos e corporativos.
    • Geração de inteligência estratégica.

    Nosso time já esta pronto:

    1. Universidade Federal do ABC: UFABC e
    2. Instituto Oito Elemento

    Plano de trabalho e cronograma:

    https://parcerias.transferegov.sistema.gov.br/ep-atos-prep-web/atos-prep/proposta/detalhamento/812

    Invista no CATALOG:

    https://sinir.gov.br/incentivo-a-reciclagem/propostas-em-captacao – filtrar por Catalog

  • O Resíduo de Embalagens Começa em Casa — A Solução Também

    O Resíduo de Embalagens Começa em Casa — A Solução Também

    A pergunta central da logística reversa raramente é feita de forma direta: de onde realmente vem o resíduo de embalagens?

    A resposta é simples e incontestável: das residências.

    Todos os dias, milhões de embalagens são abertas em cozinhas, dispensas, banheiros, salas. É onde começa a jornada real do resíduo. No entanto, toda as soluções de mercado tentam resolver o problema apenas no final da cadeia — quando o material já se perdeu em algum ponto: rio, rua, lixão, mar.

    O CATALOG parte de um princípio diferente: organizar a origem do resíduo. Ao conectar residências, escolas, cooperativas e empresas em uma rede estruturada de coleta e rastreabilidade, o programa transforma o ponto de geração em um ponto de gestão. O que antes era disperso passa a ser monitorado, contabilizado e direcionado para reciclagem efetiva.

    Não é uma solução imediatista. É uma solução estrutural.

    O modelo é implantado gradualmente em um período de 18 a 24 meses, criando base territorial, engajamento social e dados confiáveis, através do programa Educando para a Reciclagem: escola + verde, que envolve a educação ambiental com alunos até 17 anos em todo o Brasil. O CATALOG é escalável e replicável no Brasil, com um único código.

    Ao final desse ciclo, a empresa e o município passam a contar com um sistema permanente que gera evidências de logística reversa e coleta seletiva com indicadores socioambientais consistentes.

    Há outro ponto estratégico: o investimento pode ser estruturado utilizando incentivos fiscais vinculados ao IRPJ, transformando parte do imposto devido em impacto ambiental mensurável. Varias empresas com diversos tipos de resíduos podem ser unir

    No fim, a lógica é simples: Se o resíduo nasce em casa, a solução também precisa começar ali. O CATALOG não trata apenas um único tipo de resíduo ou o destino das embalagens, ele organiza o começo da história deles.

    CATALOG: investimento de longo para um problema crônico no Brasil.

    https://sinir.gov.br/incentivo-a-reciclagem/propostas-em-captacao/, filtrar por CATALOG.